Stom

Existem apenas dois tipos de pessoas: as que gostam de xadrez e as que não sabem jogar xadrez! Esta frase resume toda uma complexa rede de condicionantes que impedem, ou pelo menos desestimulam, as pessoas de aprenderem xadrez: a falta de oportunidade.

Stom rompe com essa falta de oportunidade e traz, a públicos de todas as idades, um jogo de xadrez criativo, econômico e com design premiado nacional e internacionalmente. Através desse jogo, o complexo universo do xadrez é introduzido através de uma via recreativa, lúdica e desafiadora: montar as peças de xadrez antes mesmo de aprender a jogá-lo!

Para aqueles que já sabem jogar xadrez, Stom agrega etapas de âmbito pedagógico: brincar de pintar as peças, brincar de montar as peças e brincar de relacionar os objetos, resultando em um jogo de xadrez pessoal, interativo e fruto do seu empenho!

Stom é um jogo de xadrez produzido completamente em papel e comercializado na forma de moldes bidimensionais – como os dados de papel – para montagem das peças pelo próprio usuário. Direcionado ao campo educacional, Stom aborda o processo de montagem das peças como diferencial recreativo, lúdico e pedagógico, onde o usuário assume papel ativo em sua utilização.

A montagem das peças introduz o jogo de xadrez de forma inédita: perceber a transformação dos planos bidimensionais em volumes tridimensionais; desenvolver a coordenação motora e visual; assumir papel ativo na interação com o jogo; conhecer e reconhecer as peças de xadrez em um novo design; apropriar-se do jogo de forma íntima e profunda que somente quem faz suas próprias peças experimenta; cuidar das peças pelo reconhecimento do valor do trabalho realizado.

Aliado ao potencial pedagógico desta “ação de montar” e aos benefícios comprovados do xadrez no desenvolvimento pedagógico e intelectual, Stom apresenta baixo custo de produção e transporte, tornando-se um produto acessível que reforça sua utilização como material didático pessoal e consolida o primeiro contato das pessoas com o jogo, favorecendo a difusão e a democratização do xadrez.

Paulo Nogueira